Trump pode replicar no Irã a solução que conseguiu na Venezuela após prisão de Maduro?

Trump pode replicar no Irã a solução que conseguiu na Venezuela após prisão de Maduro?

Mundo

07 de março de 2026

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Donald Trump sugeriu que o resultado da guerra contra o Irã poderia se assemelhar ao alcançado na Venezuela Getty Images via BBC Eliminar o líder e obter um acordo com figuras do próprio aparato estatal para construir uma relação política e comercial favorável aos Estados Unidos. Essa é, em essência, a estratégia que permitiu ao presidente americano, Donald Trump, abrir uma nova etapa de cooperação com o governo venezuelano após a captura do ex-presidente Nicolás Maduro no início de janeiro (3/1). No entanto, o que aconteceu na Venezuela com uma facilidade aparentemente surpreendente parece muito mais complicado no caso do Irã. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 EUA e Israel eliminaram o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e algumas das principais figuras de poder da República Islâmica após vários dias de ataques aéreos que desencadearam uma guerra de dimensão regional no Oriente Médio. Trump sugeriu que o resultado poderia se assemelhar ao alcançado na Venezuela e chegou a insinuar que poderia surgir no Irã um governo, especialmente um novo líder, disposto a cooperar com os EUA. "Tenho que estar envolvido em sua nomeação, como com Delcy na Venezuela", declarou o presidente dos EUA nesta quinta-feira (5/3), dias depois de definir a atual situação na Venezuela como "o cenário perfeito" para o Irã. Delcy Rodríguez disse na quarta-feira (4/3) ao secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, que seu governo está disposto a cooperar com o de Trump. Getty Images via BBC No entanto, executar de forma bem-sucedida essa estratégia para o Irã apresenta desafios importantes: é muito mais populoso (cerca de 92 milhões de habitantes, ante os 28 milhões na Venezuela) e conta com um Exército mais poderoso, uma elite clerical fundamentalista e uma sociedade heterogênea na qual convivem diversas correntes e identidades sociais e religiosas, incluindo minorias separatistas. Os EUA poderiam replicar no Irã a sua fórmula de transição de poder aplicada na Venezuela? Diferenças A comparação entre Venezuela e Irã revela profundas diferenças, começando pela própria natureza das operações militares dos EUA nos dois cenários. Em Caracas, foi uma incursão rápida e limitada: no último 3/1, forças especiais dos EUA bombardearam alvos militares e capturaram o então presidente Nicolás Maduro, que foi transferido para Nova York (EUA) junto com a sua esposa para enfrentar acusações de narcotráfico e terrorismo. Apenas alguns dias depois, a então vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, assumiu o poder de forma interina, e as instituições do Estado venezuelano continuaram funcionando. O ataque contra o Irã foi muito diferente: EUA e Israel lançaram uma ofensiva muito mais ampla contra a estrutura militar e política do país, com ataques contra milhares de alvos — de instalações de mísseis a centros de comando — que acabaram com a vida do aiatolá, Ali Khamenei, e de outras pessoas que ocupavam altos cargos do regime iraniano. A operação desencadeou uma nova guerra no Oriente Médio que ameaça se expandir e afetar a economia e a segurança em escala global. "Não acredito que a estratégia da Venezuela seja realista para o Irã", explica o analista iraniano-americano Sina Toosi, pesquisador principal do instituto de pesquisas Center for International Policy com sede em Washington, em entrevista à BBC News Mundo (serviço de notícias em espanhol da BBC). O Exército iraniano é muito mais numeroso e está melhor equipado do que o venezuelano. Getty Images via BBC Na Venezuela, aponta Toosi, os americanos "eliminaram a principal figura e chegaram a um acordo com o restante do regime, enquanto no caso iraniano acabaram com Khamenei, mas o restante do regime continua no poder. Não há nenhum acordo com eles e o país, seu governo e seu Exército continuam contra-atacando de forma feroz". Aí entra em jogo outro fator: o Irã tem uma capacidade de defesa muito superior à da Venezuela, com um gasto militar entre três e quatro vezes maior, o maior arsenal de mísseis balísticos do Oriente Médio e uma indústria própria que, apesar de décadas de sanções internacionais, fabrica projéteis em massa, drones e outros sistemas avançados de armas. "Trump obteve antes vitórias militares rápidas, fáceis e politicamente favoráveis — a captura de Maduro e o ataque a instalações nucleares iranianas em junho de 2025 — e pensou que talvez pudesse conseguir algo rápido e breve. Mas isso não é o que está acontecendo agora", conclui Toosi. O desafio político Em todo o caso, mesmo que EUA e Israel neutralizem completamente o sistema de defesa de seu inimigo, o cenário político no Irã apresenta sérias dificuldades. Após anos de crise econômica e divisão social, o aparato político venezuelano estava altamente concentrado em torno da figura presidencial e de um círculo relativamente reduzido de dirigentes. O Irã, por sua vez, conta com uma arquitetura política muito mais complexa: desde a Revolução Islâmica de 1979, o poder se distribui entre instituições religiosas, órgãos eleitos e estruturas militares como a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. Esse arranjo foi concebido para garantir a continuidade do regime mesmo que ele seja decapitado, com mecanismos de sucessão como o processo de escolha do líder supremo por meio da Assembleia de Peritos (órgão clerical de 88 membros eleito por voto popular para mandatos de oito anos). Isso reforça a resiliência institucional do sistema e, sobretudo, indica que a morte do aiatolá não implica necessariamente um colapso ou uma mudança política. O regime iraniano foi projetado para sobreviver mesmo que seus principais líderes desapareçam. Getty Images via BBC "Mudar essa estrutura, realizar uma verdadeira mudança de regime, não consiste apenas em matar Khamenei ou bombardear instalações. Vai exigir tropas no terreno e enormes esforços de mudança de regime", prevê Toosi. Também é preciso levar em conta o componente religioso da República Islâmica, que se define como um sistema político baseado na autoridade clerical xiita e reivindica para si uma legitimidade ideológica distinta da de outros governos autoritários convencionais. Isso implica que seus líderes tendem a interpretar as pressões externas como uma ameaça existencial, o que reforça a coesão interna em tempos de crise e dificulta a possibilidade de encontrar agentes dispostos a se alinhar às demandas dos EUA. Uma 'Delcy' no Irã? Delcy Rodríguez, então ministra das Relações Exteriores da Venezuela, em um encontro em Teerã, em 2015, com Hassan Rouhani, que era o presidente do Irã. Getty Images via BBC A BBC News Mundo perguntou a Toosi, do Center for International Policy, se seria possível encontrar uma figura como a de Delcy Rodríguez entre os homens que integram a elite de poder do Irã, onde coexistem facções mais moderadas e pragmáticas que historicamente atuaram como contraponto à linha-dura dominante na política interna. O especialista responde que "se Washington quiser um dirigente de confiança no Irã, terá muito mais dificuldade do que na Venezuela, que está no quintal dos EUA e é muito mais fácil de interferir e moldar". "Se falamos de figuras como Ali Larijani [chefe de segurança do Irã], Masoud Pezeshkian [presidente do Irã] ou outros integrantes do sistema, eles vão chegar a um acordo com Trump para reconhecer Israel ou eliminar seus programas nuclear e de mísseis? Isso me parece muito pouco provável caso essa estrutura continue existindo", afirma. E acrescenta: "Mesmo que encontrassem uma figura mais moderada e tentassem chegar a um acordo com ela e colocá-la no poder, como chegaria lá? Conseguiria apoio suficiente da Guarda Revolucionária, do clero e da base tradicional do regime? Também não vejo isso como algo viável". Especialistas consideram pouco provável que o presidente Masoud Pezeshkian (centro) ou outras figuras do que resta da cúpula iraniana queiram negociar com os EUA. Getty Images via BBC À margem da política, a composição da sociedade iraniana também é um fator importante a ser considerado: enquanto a Venezuela é um país relativamente homogêneo do ponto de vista religioso e étnico, a nação persa apresenta maior complexidade. Na República Islâmica, convivem diferentes minorias étnicas, de árabes a curdos, baluch ou azeris, concentradas sobretudo em regiões fronteiriças e historicamente consideradas potenciais focos de instabilidade. Os especialistas acreditam que essa diversidade introduz riscos adicionais em qualquer tentativa de transição política, já que alguns desses grupos poderiam aproveitar a fraqueza temporária do sistema para tomar o controle pela força em certas regiões ou estabelecer milícias que desestabilizem o processo. A geopolítica e o fator Israel Outra diferença fundamental é o peso geopolítico de ambos os países. Apesar de contar com as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, a Venezuela não possui uma capacidade de projetar poder militar ou político além de seu entorno imediato. O Irã, por sua vez, é um ator central no Oriente Médio, onde mantém uma rede de aliados e milícias em diferentes países, do Hezbollah no Líbano aos rebeldes houthis no Iêmen, o que de fato já ampliou o alcance da guerra em curso. "O Irã pode causar muito mais problemas e tem muito mais capacidade de influência em sua região do que a Venezuela tinha, o que torna muito mais difícil uma mudança de regime ou mesmo uma transição", afirma Toosi. Além disso, sua posição geográfica é central para o comércio energético global: o Estreito de Ormuz, cujas águas banham a costa ocidental iraniana, é passagem obrigatória de 20% do transporte mundial de petróleo. Até o último sábado, cerca de 20 milhões de barris passavam diariamente por esse estreito, o que representa um valor anual de mais de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 2,5 trilhões). Toosi, do Center for International Policy, avalia que o Irã "poderia caminhar para um cenário de guerra civil ou de colapso" se o conflito persistir, algo que implica riscos para todas as partes. "Devemos lembrar que o país se estende do golfo Pérsico ao mar Cáspio, no cruzamento entre Ásia, África, Europa e Eurásia, de modo que um planalto iraniano desestabilizado, com mais de 90 milhões de pessoas, teria repercussões por muito tempo", afirma. Isso, diz ele, dá ao regime dos aiatolás um forte incentivo para resistir pelo maior tempo possível: o Irã sabe que prolongar a guerra implicaria custos elevados para o Ocidente e para o mundo em termos econômicos e geopolíticos, por isso confia que, em algum momento, seus adversários vão optar por interromper a ofensiva e negociar um acordo que garanta sua continuidade. Outro elemento que diferencia o caso iraniano do venezuelano é o envolvimento de um ator externo fundamental: o Estado de Israel. Enquanto o governo Trump poderia ver com bons olhos um acordo com o Irã que implique a continuidade da República Islâmica — como ocorre, por enquanto, com o chavismo na República Bolivariana da Venezuela —, o governo do israelense Benjamin Netanyahu pretende pôr fim de uma vez por todas ao regime dos aiatolás. "Mesmo que Trump quisesse chegar a um acordo com este regime, Netanyahu e os israelenses disseram que querem que ele desapareça. Provavelmente prefeririam o caos ou até a implosão do Irã a um acordo desse tipo", afirma Toosi. Toosi acrescenta que, dada a enorme influência do lobby israelense sobre o governo dos EUA, o objetivo de acabar completamente com a teocracia iraniana "está presente no ouvido de Trump, o que marca outra diferença muito importante em relação ao caso da Venezuela".

Fonte: G1
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